domingo, 30 de junho de 2013

Sem plano, Rondonópolis segue sem aterro e pode perder verba

30/06/2013 as 10:59 porFonte: RD News Em Rondonópolis, cidade que possui mais de 200 mil habitantes, o aterro sanitário ainda não foi implantado e não há uma previsão para que ele saia do papel e se torne realidade. O município, no entanto, ainda está dentro do prazo. Segundo a Política de Saneamento Ambiental, elaborada pelo governo federal, os municípios têm até agosto de 2014 para extinguir os lixões e implantar os aterros sanitários. A concretização do aterro sanitário, entretanto, tem esbarrado em uma importante questão. O município perdeu o prazo para apresentar o Plano Municipal de Saneamento, que deve trazer todas as diretrizes para resíduos sólidos, água, esgoto e drenagem urbana. O documento deveria ter sido entregue no meio do ano passado, mas ainda não está pronto. Sem o plano, Rondonópolis pode ficar sem recursos federais para a implantação do aterro e, com isso, descumprir o prazo para a extinção do lixão da cidade. De acordo com a diretoria do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), o plano está em processo de licitação, que deve ser concluído nos próximos meses. A empresa vencedora ainda deve levar mais um tempo – cerca de um ano – para elaborar todo o plano, que inclui a implantação do aterro sanitário. Somente o PMS custaria em torno de R$ 1 milhão e deve ser realizado com recursos próprios do município ou do Sanear. O Sanear disse ainda que existe uma área de cerca de 35 hectares dentro do município que está em processo de desapropriação, onde deve ser implantado o aterro. A localização deste terreno ainda não foi divulgada para evitar especulações imobiliárias. Como somente a elaboração do plano deve durar cerca de um ano e ainda levaria mais um tempo para que o projeto seja colocado em prática, o prazo estipulado pelo governo federal não deve ser cumprido por Rondonópolis. Outra questão que tem preocupado é a falta de recursos para a implantação do aterro. Como o município não apresentou o PMS dentro do prazo, é possível que as verbas disponíveis sejam destinadas aos municípios que já possuem o plano. Para agilizar todo o processo, uma solução proposta pela secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema) foi a criação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, onde seria assinado um consórcio entre os municípios para a implementação de um aterro comunitário, no qual haveria um município pólo e os menores contribuiriam com uma taxa. Entretanto, em Rondonópolis, não houve nenhum adesão ao consórcio e a cidade tem trabalhado para implementar um plano individual. Aterro Sanitário O aterro sanitário não envolve apenas a destinação final dos resíduos sólidos, mas também a conscientização de toda a população a fim de que o município possa gerar menos resíduos, reaproveitar e reciclar os materiais e, então, jogar fora apenas o que é rejeito. Assim, a quantidade de lixo no aterro seria mínima e ainda passaria por tratamentos para evitar a contaminação do solo e da água de lençóis freáticos.

Financiamentos para armazéns em MT serão detalhados nesta 2ª

Financiamentos para armazéns em MT serão detalhados nesta 2ª 30/06/2013 10:22 Produtores rurais mato-grossenses vão conhecer, nesta 2ª feira, o montante de recursos disponíveis para o Estado destinado a construção de armazéns. O plano será detalhado no Palácio Paiaguás em solenidade com o governador Silval Barbosa e o superintendente de um banco, Luis Carlos Moscardi. A linha de crédito nacional chega a R$ 5 bilhões. Não foi feita projeção dos valores destinados para Mato Grosso, que é o maior produtor nacional de soja. O armazenamento é um dos gargalos da agricultura em Mato Grosso. Neste momento, conforme Só Notícias/Agronotícias já informou, tem armazéns na região Norte de Mato Grosso já deixando milho a céu aberto por falta de espaço. A colheita da safrinha chega a 30% do total. A preocupação também será onde guardar a próxima safra de soja. Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: Só Notícias)

Brasil 15 Dias: veja a previsão do tempo para as próximas semanas

Brasil 15 Dias: veja a previsão do tempo para as próximas semanas 30/06/2013 | 22h02 Saiba quais as condições para o volume de chuvas e temperaturas O Canal Rural transmite diariamente boletins com informações atualizadas do clima. Confira a análise completa das condições climáticas do país nos próximos 15 dias, com destaque para regiões com situação meteorológica diferenciadaCANAL RURAL

Chuvas já afetam mais 100 mil pessoas no Paraná

Chuvas já afetam mais 100 mil pessoas no Paraná 30/06/2013 | 21h20 Nível do rio Iguaçú, na região sO número de pessoas afetadas pelas chuvas intensas desta semana no Paraná já chega a 102,6 mil, em 87 municípios do Estado, conforme balanço da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, divulgado no último sábado, dia 29. Mais de 13,2 mil pessoas estão desalojadas – tendo de sair de suas residências e ficarem abrigadas em casas de parentes e amigos – e 1,4 mil estão desabrigadas, e permanecem em locais públicos ou comunitários. Dezenas de famílias de União da Vitória foram retiradas de áreas próximas ao rio Iguaçu, que continua subindo. As famílias estão em espaços públicos e receberam da Defesa Civil cobertores e alimentos. Na sexta, dia 28, o governador Beto Richa assinou decreto estabelecendo situação de emergência em 59 municípios do Estado. A maioria sofre com inundações dos rios Ivaí, no noroeste, e Iguaçu, na região sul do Estado. A Coordenadoria de Defesa Civil montou força-tarefa para apoiar, principalmente os municípios que decretaram situação de emergência. Equipes da Defesa Civil e um helicóptero foram enviados ao interior para ajudar os municípios atendimento à população. GOVERNO DO PARANÁ ul do Estado, continua subindo, informou a Defesa Civil

Segunda-feira será de calor e baixa umidade do ar no Centro-Oeste

Segunda-feira será de calor e baixa umidade do ar no Centro-Oeste Massa de ar frio e seco faz sol bilhar no Sul, Sudeste e litoral do Nordeste permanecem instáveis e chuvas do Norte serão mais significativas que nos últimos dias PREVISÃO DO TEMPO 30/06/2013 | 18h15 PREVISÃO PARA SEGUNDA, DIA 1º SUDESTE Nesta segunda, a frente fria mantém as instabilidades sobre boa parte do Sudeste e a previsão é de mais um dia com chuva para grande parte do Estado de São Paulo, sobre o Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais e Espírito Santo. Desta vez, o Estado fluminense recebe as chuvas mais fortes e há mais risco de temporais. Na metade norte da região, o tempo permanece mais firme, inclusive com baixos índices de umidade relativa do ar no norte mineiro. De uma forma geral, haverá uma diminuição da amplitude térmica com uma manhã de temperaturas mais elevadas e tarde com temperaturas máximas em declínio. SUL A massa de ar frio se estabelece sobre a região e o sol volta a predominar na maior parte do Sul do Brasil. Apenas no norte e leste paranaense ainda há previsão de pancadas de chuva de fraca intensidade que ocorrem a qualquer momento do dia e se alternam com períodos de melhoria. O frio da madrugada ganha força e há o risco de geadas na fronteira com o Uruguai e nas serras gaúcha e catarinense. Mesmo com a presença do sol, as temperaturas não sobem muito e a tarde permanece com sensação de frio em grande parte da Região Sul. CENTRO-OESTE O tempo segue instável no sul e oeste, com previsão de pancadas de chuva que se alternam com períodos de melhoria. Embora, de uma forma geral, os volumes acumulados de precipitação continuem baixos, há o potencial para temporais em pontos mais isolados. Sobre Goiás, Distrito Federal e grande parte de Mato Grosso, será mais um dia com tempo firme e baixa umidade relativa do ar no período da tarde. As máximas terão um pequeno declínio, mas permanece a sensação de calor na maior do Centro-Oeste no período da tarde. NORDESTE Pancadas de chuva seguem concentradas ao longo do litoral, especialmente entre Rio Grande do Norte e Recife, onde a chuva será mais intensa. O interior segue com pouca nebulosidade e baixa umidade relativa do ar no período da tarde, principalmente sobre o Piauí. As temperaturas mínimas terão um ligeiro declínio e chega a fazer frio no sul da Bahia. À tarde, nada muda e a previsão é de mais um dia de calor. NORTE A combinação entre calor a umidade segue favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva a partir do meio da tarde, que serão mais generalizadas e com volumes acumulados mais significativos em comparação com os últimos dias. Entre o norte amazonense e sul de Roraima, podem ocorrer chuvas mais intensas e temporais isolados. O dia começa com sensação de abafamento e faz calor a tarde na maior parte da Região. PREVISÃO PARA OS PRÓXIMOS DIAS SUDESTE Na terça, dia 2, a frente fria começa a se afastar para o oceano, embora ainda mantenha o tempo instável e com previsão de pancadas de chuva para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste mineiro. Embora o potencial para temporais seja mais baixo, ainda há condição para eventos isolados sobre o território capixaba. No restante da região, o tempo volta a ficar firme e o dia terá predomínio de sol entre poucas nuvens. A partir de quarta, a aproximação de uma massa de ar mais frio faz as temperaturas entram em declínio, o ar mais seco ganha força e não há previsão de chuva, exceto no norte do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais, onde os ventos mais úmidos que sopram do oceano provocam pancadas isoladas. SUL No começo da terça, dia 2, a combinação entre temperaturas baixas e a umidade que vem do oceano favorecem a formação de nevoeiros, principalmente no leste da região. No restante do dia, o ar mais seco e frio mantém o tempo firme e o céu com poucas nuvens e baixa a umidade relativa do ar na metade sul do Rio Grande do Sul. Com ventos que voltam a soprar do norte, as temperaturas começam a subir lentamente, embora ainda permaneça a sensação de frio durante boa parte do dia. No resto da semana, a chegada de uma nova frente fria, volta a deixar o tempo instável sobre grande parte do Rio Grande do Sul, além do oeste catarinense e paranaense. A frente não avançará muito rapidamente, assim, a chuva segue concentrada sobre o Rio Grande do Sul, enquanto Santa Catarina e Paraná passam por um período de tempo mais seco. CENTRO-OESTE Uma massa de ar mais seco ganha força a partir de terça e já não há previsão de chuva para o Centro-Oeste. Além de deixar o tempo firme, esta massa de ar também provoca queda nas temperaturas e, tanto as mínimas quanto as máximas, serão inferiores às registradas nos últimos dias. Apesar de fazer frio no começo do dia no sul de Mato Grosso do Sul, permanece a sensação de calor à tarde para grande parte da região. Os índices de umidade relativa do ar caem ainda mais na metade norte, aumentando o risco de queimadas. NORDESTE As instabilidades no litoral ganham força e a chuva fica mais forte e generalizada na terça. Chove mais forte entre a Paraíba e Alagoas, onde os volumes acumulados superam 50 milímetros em alguns municípios. Embora as pancadas de chuva avancem um pouco mais para o interior, na maior parte do Nordeste permanece a condição de predomínio de sol entre poucas nuvens, além dos baixos índices de umidade relativa do ar. A tendência da temperatura é que as mínimas sejam ligeiramente mais elevadas e máximas tenham pequeno decréscimo. Para os outros dias, segue a condição de chuva no litoral e regiões próximas e tempo mais seco no interior. No litoral, os maiores volumes acumulados continuam concentrados entre Alagoas e Ceará, principalmente sobre a Paraíba e Rio Grande do Norte, onde superam 100 milímetros até sábado. NORTE Pouca coisa muda na terça e as instabilidades tropicais garantem mais um dia com pancadas de chuva para a maior parte da região. No litoral do Amapá, a influência da Zona de Convergência Intertropical provoca chuvas mais fortes e generalizadas. Somente no sudeste do Pará e nos Estados do Tocantins e Rondônia o tempo firme prevalece. De forma geral, as temperaturas entram em declínio, com maior sensação de calor no período da tarde. No restante da semana, as instabilidades seguem concentradas entre o norte e oeste, com maiores volumes de chuvas acumulados e maior potencial para temporais entre o norte do Amazonas e o Estado de Roraima. Sobre o Tocantins, permanece a condição de tempo mais seco, fator que provoca mais queda nos índices de umidade relativa do ar e aumenta o risco de queimadas. 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BR Foods assina ajustamento de conduta com Ministério Público Estadual gaúcho

BR Foods assina ajustamento de conduta com Ministério Público Estadual gaúcho 30/06/2013 | 18h03 Empresa doará R$ 1,8 milhão como indenização A Brasil Foods S.A dispensou a contraprova que havia solicitado para constatar a presença de formol em dois lotes de leite UHT da marca Batavo e assinou nesta semana o Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPE-RS). Como forma de indenização por danos morais coletivos, a BR Foods também terá que efetuar o pagamento de R$ 1,8 milhão em favor do Rio Grande do Sul e do Paraná. Os recursos deverão ser aplicados para fortalecer órgãos públicos de defesa do consumidor e da área da saúde. A empresa havia solicitado contraprova ao laudo do Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen-PR) para os dois lotes de leite adulterados produzidos na cidade de Teutônia, no Rio Grande do Sul, e vendidos em Curitiba. Mas novo teste, realizado em laboratório gaúcho, confirmou o resultado, o que motivou a empresa a assinar termo de ajustamento de conduta com o MPE-RS. Pelo documento, a empresa se compromete a melhorar o sistema de controle de qualidade de seus produtos lácteos e reforçar seus mecanismos para detecção de fraudes, como a adulteração por formol e outras substâncias. A Brasil Foods comprometeu-se em manter a calibragem periódica dos equipamentos utilizados para verificação da qualidade do leite cru, bem como atualizar o cadastro de fornecedores constantemente, o que inclui transportadores, produtores e postos de resfriamento. Além disso, a empresa deverá suspender o recebimento de leite in natura de fornecedores cujos produtos tenham apresentado irregularidades e comunicar imediatamente qualquer irregularidade encontrada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Caso a indústria forneça novamente produtos em desacordo com as normas legais e que possam gerar prejuízos à saúde dos consumidores, a multa está prevista entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões. A empresa fica ainda responsável de divulgar amplamente e de forma imediata, nos meios de comunicação, os lotes impróprios e, se for o caso, recall dos produtos em situação irregular. Foi estabelecido, ainda, que a empresa irá trocar ou ressarcir em dobro os consumidores que adquiriram unidades do leite em que foi constatada a presença de formol – Leite UHT Batavo Desnatado Enriquecido com Cálcio, lotes TT04DP e TT04ER, com fabricação em 28/02/2013 e vencimento em 28/06/2013. A título de indenização aos danos morais coletivos, a Brasil Foods irá doar R$ 1,8 milhão, dos quais R$ 500 mil serão destinados ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor do Paraná – onde foram comercializados os lotes impróprios – e o restante será convertido em doação de equipamentos para órgãos públicos do Rio Grande do Sul. O Promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho ressaltou que os termos do ajustamento de conduta são parâmetros de atuação para todas as empresas que pretendam, como a Brasil Foods, agir de forma idônea e responsável no mercado de produtos lácteos, favorecendo, inclusive, a fiscalização por parte dos órgãos públicos. O TAC foi assinado na última terça, dia 25. ASSESSORIA DO MPE-RS E AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO ESTADO DO PARANÁ

Dupla musculatura do gado piemontês garante melhor rendimento da carcaça

Dupla musculatura do gado piemontês garante melhor rendimento da carcaça Raça rústica chegou ao Brasil em 1974 Juliana Camargo | Sorocaba (SP) CONHEÇA A RAÇA 30/06/2013 | 17h33Um animal com dupla musculatura. Essa é uma característica forte da uma raça de gado piemontês, originária do norte da Itália e que chegou ao Brasil em 1974. >> Reveja outras reportagens da série Conheça a Raça Francisco Vilaró Carrasco é um entusiasta da raça. Pecuarista há 20 anos, há 15 ele descobriu as qualidades do gado Piemontês. – Eu testei várias raças no cruzamento industrial e o piemontês, que é um animal rústico, se adaptou bem à região do Mato Grosso, onde eu tenho pecuária extensiva. O piemontês é originário de uma região isolada pelos Alpes, conhecida como Piemonte. Alguns estudiosos afirmam que a raça teve origem a partir de um cruzamento natural. Aproximadamente 25 mil anos antes de Cristo, animais zebu do Paquistão teriam migrado rumo ao norte da Itália e cruzado com um gado europeu que vivia na região. O primeiro registro datado é de 1887. O piemontês tem porte médio, e uma característica marcante da raça é a dupla musculatura. O traseiro é avantajado, com músculos bem definidos e aparentes. Os ossos e a pele são finos, o que resulta no melhor rendimento da carcaça. – No cruzado, o rendimento de carcaça chega a 57%. De 8% a 10% a mais que o nelore – explica Francisco Carrasco. O pêlo branco e a pele negra, que se descobre pela coloração dos cílios e do focinho, são a herança marcante do zebu primitivo. Segundo o pecuarista, a genética da raça zebuína ajuda a suportar o calor. No cruzamento, porém, a genética piemontês é predominante. Lado a lado com uma fêmea piemontesa, é difícil saber quem é o cruzado. O chifre e a cabeça - um pouco maiores - acabam entregando. Para quem busca carne de qualidade, o produto final – diferenciado – é a principal vantagem do italiano piemontês. Segundo Francisco, entre as raças italianas, é a carne mais valorizada. – A carne é muito macia, dá para cortar com o garfo não precisa nem de faca. O pecuarista que experimenta uma vez não desiste – garante o pecuarista.

Novas regras do Proagro começam a valer nesta segunda

Novas regras do Proagro começam a valer nesta segunda CUSTEIO 30/06/2013 | 17h23 Programa auxilia produtores afetados por fatores climáticos, pragas e doenças que atinjam rebanhos e plantações Começam a valer a partir desta segunda, dia 1º de julho, as novas regras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), que auxilia produtores afetados por fatores climáticos, pragas e doenças que atinjam rebanhos e plantações. Com o objeto de aprimorar o instrumento de política agrícola, o CMN aprovou, no último dia 18, resolução que altera o regulamento do programa. A partir desta segunda, passa a valer o enquadramento no Proagro ou em seguro rural, até o limite de R$ 300 mil, de todas as operações de custeio agrícola com recursos controlados do Crédito Rural (exigibilidades, fundos constitucionais e recursos com equalização de taxas pelo Tesouro). Com esse prazo, os bancos que ainda não operam com o Proagro ou com o seguro rural terão um ano para adequar-se às suas estruturas. Outras medidas são a redução nas alíquotas de adicional (prêmio) para 1%, nas culturas irrigadas, bem como a possibilidade de indenização de até 100% do valor da base de cobertura para essas lavouras. Atualmente, a alíquota é de 2% para os produtores familiares (Pronaf) e de 3% para os demais, e o limite de cobertura varia de 70% a 100%. Além disso, foi introduzida medida, de caráter prudencial, que determina às instituições financeiras e a agentes do Proagro a segregação de funções nos trabalhos de análise e julgamento dos pedidos de indenização. Assim, de agora em diante, as equipes das instituições ou aquelas contratadas para conduzir o crédito não poderão se encarregar da análise e do julgamento dos pedidos. >> CMN aprova ajustes em normas de financiamento da safra 2013/2014 e anuncia crédito a cooperativas agropecuárias >> Produtores de alimentos que pressionaram a inflação terão crédito ampliado RURALBR

Embarques de carne suína para a Ucrânia recomeçam nesta semana, informa Sindicarne

Embarques de carne suína para a Ucrânia recomeçam nesta semana, informa Sindicarne COMÉRCIO EXTERIOR 30/06/2013 | 17h03 Aurora, uma das empresas exportadoras, afirma que a Ucrânia está disposta a adquirir tudo o que a indústria puder fornecer, já que precisa refazer os estoques A Ucrânia comunicou no dia 20 de junho a retomada da importação de carne suína do Brasil, suspensa em março deste ano. Negócios já foram fechados por várias agroindústrias e os embarques de carne suína congelada para o país recomeçam nesta semana, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), Clever Pirola Ávila. Ao contrário do Japão, que comprará carne suína apenas de Santa Catarina – única área livre de aftosa sem vacinação – a Ucrânia negocia com vários Estados brasileiros. A Ucrânia suspendeu as compras de carne suína brasileira em 20 de março deste ano, e o motivo, segundo o governo do país, foi a presença da bactéria Listeria em contêineres enviados pelo Brasil. O Ministério da Agricultura do Brasil, entretanto, negou que houvesse contaminação. Uma das empresas associadas ao Sindicarne, a Coopercentral Aurora Alimentos, de Chapecó, informou ter fechado a venda de pernil, paleta, carré e sobrepaleta para a Ucrânia. O presidente da Aurora, Mário Lanznaster, disse que o país comprador está disposto a adquirir tudo o que a indústria puder fornecer, pois precisa refazer os estoques para enfrentar o rigoroso inverno do leste europeu. A empresa, contudo, informou que não aumentará a produção, o abate, ou o número de postos de trabalho. Custo de produção aumenta De acordo com o Sindicarne, se, por um lado, abrem-se novas perspectivas no comércio internacional, por outro, aumentam os custos de produção. A saca da soja de 60 kg está sendo comercializada a R$ 65, e a de milho a R$ 25. Esses são os dois principais insumos da nutrição animal e acompanham cotações internacionais e a valorização do dólar. RURALBR, COM INFORMAÇÕES DO SINDICARNE

Conselho Nacional do Café se reúne com Ministério da Fazenda na segunda para definir leilões de Pepro

Conselho Nacional do Café se reúne com Ministério da Fazenda na segunda para definir leilões de Pepro 30/06/2013 | 16h43 Presidente do CNC destaca que leilões são necessários para devolver a competitividade aos produtores e para manter o emprego no campoO presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), deputado Silas Brasileiro (PMDB/MG), informou que na segunda, dia 1º, terá audiência com o secretário de Política Econômica da Fazenda, Márcio Holland, para definir os leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e a possibilidade de realização de leilões de Opções Públicas, para sustentar os preços do café. O deputado afirmou que também discutirá o assunto com o ministro da Agricultura, Antônio Andrade, e com o secretário de Produção e Agroenergia, João Alberto Paixão Lages. Brasileiro argumenta que os leilões para sustentação de preços são necessários para devolver a competitividade aos produtores, "com remuneração justa, e, principalmente, para manter o emprego no campo". Ele diz que o setor busca um valor médio que cubra os custos de produção "e que, de maneira alguma, implique inflação no preço da bebida", pois o CNC "não concorda e não permitirá que o consumidor final seja punido". O presidente do CNC lembrou que o ministro Antônio Andrade cogitou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) votaria hoje a autorização adicional de R$ 390 milhões para a realização de leilões de equalização de preços do café. – Se confirmado, caberá a nós, em parceria com as demais lideranças da cafeicultura brasileira, encontrar a melhor maneira para estruturarmos o programa com o governo, além de mantermos as negociações a respeito da definição dos leilões de Opções Públicas – disse ele.

Mapa criará linha de crédito para financiar irrigação em localidades afetadas pela seca

Mapa criará linha de crédito para financiar irrigação em localidades afetadas pela seca 30/06/2013 | 15h43 Programa de Vendas em Balcão complementa ações de apoio enviando milho a pequenos produtores rurais que utilizam o produto para ração animal O governo federal vai destinar R$ 400 milhões em linha de crédito específica para irrigação, destinada a produtores afetados pela estiagem. Os juros serão de 3,5% ao ano e prazo de pagamento de até 15 anos. – Com isso, queremos fortalecer a produção de regiões que tradicionalmente sofrem racionamento de água, secas e estiagens – explicou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Antônio Andrade, durante a 26ª Expoarinos, no município de Arinos, em Minas Gerais. Outro apoio aos agricultores afetados pela seca refere-se às vendas de milho em Balcão feitas pela Companhia Nacional de Abastecimento nas localidades de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O ministro lembrou que municípios mineiros que têm atuação da Sudene estão recebendo o cereal e destinando ao Programa de Vendas em Balcão a pequenos produtores rurais, que utilizam o produto para ração animal. Na próxima terça, dia 2, Pernambuco a terceira remessa de milho doado pelo governo federal a estados do Nordeste através do Balcão. As 25 mil toneladas do produto são destinadas a pequenos criadores da região. Com a doação ao governo pernambucano, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluirá um ciclo de três operações iniciadas com a compra de 75 mil toneladas do produto. As regiões do Agreste e da Zona da Mata de Pernambuco continuarão sendo abastecidas pelos estoques da Conab. Desde o começo da operação, foram embarcadas 42,26 mil toneladas de milho para todo o Estado, de um total de 46,35 mil contratadas pela Companhia. O principal destino é o polo de Recife, para onde foram destinadas 19,18 mil toneladas. Além disso, a Conab também adquiriu 8,27 mil toneladas de milho ensacado, com remoção simultânea, para entrega nos polos do estado. Desse total, já foram entregues 7,57 mil toneladas. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E CONAB

Eucalipto tem nova opção de fungicida contra a ferrugem

Eucalipto tem nova opção de fungicida contra a ferrugem 30/06/2013 | 14h04 Nativo, da Bayer CropScience, foi A unidade de Saúde Ambiental da Bayer CropScience obteve inclusão de uso do seu fungicida à base de trifloxistrobina e o tebuconazol para florestas de eucalipto. O fungicida, de nome comercial Nativo, tem como foco o combate à Puccinia psidii, causadora da ferrugem no eucalipto. A doença ataca especialmente as plantações nas regiões Sudeste, Sul e no sul da Bahia. O fungicida já era autorizado para a cultura de algodão; grãos como arroz, aveia, feijão e trigo; frutas como banana, mamão, manga e goiaba, entre outras culturas. Responsável por 74,8% dos 6.515.844 hectares de florestas plantadas no Brasil, o cultivo de eucalipto sofre há anos com os prejuízos causados pela ferrugem (Puccinia psidii). As primeiras evidências do fungo ocorreram em 1929 e atualmente é um dos principais responsáveis por resultados negativos nas áreas de plantio da espécie, com perdas de até 27% no volume de madeira produzido. De acordo com João Galon, coordenador de Contas Chave para Floresta, os ensaios da pesquisa para comprovação da eficácia do fungicida para o eucalipto foram realizados durante um ano, e a aplicação de forma preventiva permitiu que plantas susceptíveis à doença da ferrugem com alta produtividade de madeira e/ou celulose não precisassem ser substituídas por outras com características inferiores. – Todas as informações necessárias para o registro foram protocoladas em dezembro de 2010, mas a autorização saiu há menos de um mês, em plena época de ocorrência da doença, que ataca entre março e agosto – explica Galon. A ferrugem é considerada uma das doenças mais severas na cultura do eucalipto no Brasil, pois se desenvolve em climas mais frios e úmidos, com temperaturas entre 15°C e 20°C, características típicas das florestas plantadas no Sudeste e Sul do Brasil. Ataca apenas plantas jovens, com menos de dois anos de idade, seja no viveiro ou no campo. Os indícios de ataque são minúsculas marcas na parte inferior da folha, levemente salientes, de coloração verde-clara ou vermelho amarelada, que se transformam em esporos de coloração amarelada e começam a desaparecer após duas semanas, aproximadamente. – Caso o manejo não seja feito corretamente, os tecidos afetados morrem e a árvore toda pode ficar comprometida, em especial se ela for muito nova. Para as empresas florestais, os prejuízos com essas perdas são enormes, uma vez que a ferrugem diminui o número de plantas por hectare e, consequentemente, a produtividade – diz Galon. ASSESSORIA BAYER

Fazenda estuda reduzir imposto de importação de matérias-primas

Fazenda estuda reduzir imposto de importação de matérias-primas 30/06/2013 - 18:00 - Brasil As conversas estão sendo condu O Ministério da Fazenda estuda reduzir o Imposto de Importação (II) para matérias-primas e assim baratear o custo de produção da indústria nacional e ajudar no combate à inflação. O principal objetivo é aumentar a concorrência e baixar os preços dos insumos. Entre os produtos que poderão ter a alíquota reduzida, estão os siderúrgicos, amplamente usados por setores industriais importantes como o automobilístico e o eletrodoméstico. A medida, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, está em análise pela equipe econômica e em negociação com representantes de alguns setores, que pediram a redução da taxação. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda não tomou a decisão por causa da pressão da indústria do aço que alega sofrer concorrência desleal dos importados, sobretudo chineses. As conversas estão sendo conduzidas pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, que nas últimas duas semanas recebeu por duas vezes os principais presidentes da indústria do aço. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, também recebeu representantes do Instituto Aço Brasil na segunda-feira passada e no dia seguinte levou os empresários para um encontro com Mantega. Alertas - A redução do II tem apoio da área técnica. "Mas não é simples", disse um integrante da equipe econômica. Nos últimos meses, o ministro tem recebido inúmeros alertas dos dirigentes industriais para o alto custo de produção do País, que dificulta a competitividade. A sinalização de que o governo vai reduzir a tributação para insumos foi dada na sexta-feira, 28, pelo ministro a representantes do varejo e da indústria de eletrodomésticos e de móveis, confirmou uma fonte que participou da reunião. A vice-presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Luiza Trajano, avisou que sem a redução do custo dos insumos, como laminados de madeira e aço, seria difícil conseguir não repassar para os preços ao consumidor o aumento do IPI para linha branca e móveis. No passado, o governo já usou a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul para puxar para baixo o preço do aço no País. De 2005 a 2009, 15 produtos siderúrgicos estiveram com o imposto de importação reduzido para conter os preços no mercado interno e evitar impacto na inflação. A dificuldade do governo é escolher entre cerca de 300 pleitos recebidos do setor privado. A lista de exceção só comporta 100 produtos e a maior parte dela já está tomada. Para abrir espaço na lista, o governo teria de excluir itens que hoje estão com a tarifa diferente das praticadas pelo Mercosul. Fonte: Estadão Conteúdo tags: importação •

Começa vigorar livre comércio de carros entre Brasil e Argentina

Começa vigorar livre comércio de carros entre Brasil e Argentina 30/06/2013 - 18:05 - Economia Buenos Aires havia solicitado Com a falta de entendimento para prorrogar o atual acordo automotivo entre Brasil e Argentina, o livre comércio de automóveis entra em vigor nesta segunda-feira, informa o governo brasileiro. Buenos Aires havia solicitado revisão do acordo, com regras mais protecionistas, mas a proposta apresentada aos negociadores brasileiros foi rejeitada A expectativa é de que um entendimento possa ser alcançado entre as presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner no dia 12 de julho, durante a reunião de cúpula do Mercosul, em Montevidéu. Até um novo acerto, vale o que está previsto no regime atual, que é a entrada do livre comércio bilateral em 1° de julho. O pedido de adiamento havia sido feito pela Argentina. Por isso, havia expectativa de prorrogação do acordo automotivo atual até o fim das negociações de novos parâmetros. Segundo os negociadores brasileiros, o livre comércio não deve mudar o fluxo de vendas de veículos entre os dois países. Isso porque o atual volume de exportações de ambos os lados não atinge a cota estipulada para a venda de automóveis sem cobrança de Imposto de Importação. Regime - O acordo em vigor criou o chamado regime flex, pelo qual o Brasil pode exportar até US$ 1,95 em produtos automotivos para cada US$ 1 que importa da Argentina. Acima desse limite, as exportações seriam tributadas. Como o volume de vendas não atinge os valores fixados para acionar o flex, a expectativa é que o livre comércio não tenha efeito sobre as vendas no curto período de duração. Na proposta encaminhada ao Brasil, os argentinos querem reduzir o porcentual o flex para aumentar a fabricação de autopeças localmente. A Argentina tenta mudar as normas da política automotiva brasileira (Inovar-Auto) para que parte das etapas produtivas exigidas no programa seja obrigatoriamente realizada no Mercosul e não apenas no Brasil. Um acordo automotivo entre os países é necessário para isentar os produtos de tarifa de importação porque o setor não faz parte das regras de livre comércio fixadas pelo Mercosul. Monitoramento - Além de rejeitar o livre comércio, a Argentina quer monitorar as exportações e importações no setor individualmente, por empresa, o que gerou reação tanto no governo quanto no setor produtivo brasileiro. O acordo foi apresentado no fim do ano passado pelo governo argentino ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), conforme antecipou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. A balança comercial bilateral do setor automotivo é superavitária para o Brasil, mas o maior desequilíbrio está justamente em autopeças. Em 2012, por exemplo, o Brasil teve um superávit de US$ 1,019 bilhão no comércio automotivo com a Argentina, mas somente no segmento de autopeças, o saldo foi positivo para o lado brasileiro em US$ 2,585 bilhões. A Argentina já revelou também que quer aumentar para 35% a tarifa externa comum (TEC) para autopeças, hoje entre 16% e 18%. A TEC é o imposto de importação cobrado pelo Mercosul sobre importações de nações fora do bloco. Uma fonte do setor automotivo brasileiro disse que as condições colocadas pela Argentina trazem mais rigidez, mais controle e mais restrições ao comércio bilateral. O governo brasileiro tem tratado o assunto com discrição para não abrir mais um ponto de atrito com o parceiro do Mercosul, mas os negociadores admitem que o clima de negociação não é amigável. Fonte: Estadão Conteúdo tags: argentina brasil

Coca-Cola Femsa compra empresa brasileira por R$ 978 milhões

30/06/2013 A mexicana Coca-Cola Femsa (KOF), maior engarrafadora de refrigerantes da Coca-Cola no mundo, comprou a Companhia Fluminense de Refrigerantes por US$ 448 milhões (ou R$ 978 milhões). A KOF, uma parceria entre a Femsa e a Coca-Cola, disse que o acordo foi aprovado pelo seu conselho de administração e só resta agora a aprovação das autoridades brasileiras. A Companhia Fluminense de Refrigerantes foi fundada há 64 anos no estado do Rio de Janeiro e tem presença, além do Rio, em Minas Gerais e São Paulo. A empresa, que já produz e distribui produtos Coca-Cola, conta com uma unidade de engarrafamento e quatro centros de distribuição no País. Além disso, emprega 2 mil pessoas. Nos doze meses encerrados em março, a empresa brasileira teve receita líquida de US$ 232 milhões e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 40 milhões, segundo comunicado divulgado na sexta-feira. Ainda de acordo com a Femsa, a Companhia Fluminense vendeu 56,6 milhões de garrafas de bebidas no período de 12 meses encerrado no dia 31 de março deste ano. Expansão Em dezembro do ano passado, a mexicana já tinha comprado uma participação de 51% nas operações de engarrafamento da Coca-Cola nas Filipinas por US$ 688,5 milhões em dinheiro. Na época, o acordo como um primeiro passo na estratégia de aquisições da companhia fora da América Latina, já que, atualmente, a Coca-Cola Femsa opera no México, Brasil, Colômbia, Venezuela, Argentina e América Central. Pelo acordo, a companhia tinha a opção de comprar os outros 49% da companhia filipina nos próximos sete anos. Em janeiro deste ano, foi anunciada a compra do Grupo Yoli, do México, por cerca de US$ 700 milhões em ações e dívidas. Fonte: Economia - iG, com informações da Agência Estado

Rede de reforço escolar ganha prêmio de microfranquia

Rede de reforço escolar ganha prêmio de microfranquia 30/06/2013 07h30 Empresa se destaca no mercado de franquias com reforço escolar. Há dois tipos de negócio: atendime Uma rede de reforço escolar é a vencedora na categoria microfranquias, do prêmio “As melhores franquias do Brasil”, organizado pela “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”, da editora Globo. A rede utiliza atendimento personalizado para ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem e já soma, em todo país, 70 unidades em operação e mais 20 em processo de implantação. O franqueador Artur Hipólito transformou a experiência na área pedagógica em um negócio lucrativo. Para ele, o sucesso se deve a uma fórmula que tem dado certo no franchising brasileiro: investimento baixo aliado a uma marca já consolidada. O investimento inicial para abrir uma unidade vai de R$ 15 mil até R$ 25 mil, conforme o número de habitantes da cidade. Além disso, o franqueado também tem que desembolsar R$ 5 mil para gastos com a abertura da empresa e capital de giro. O ponto comercial não está incluído nesses valores. A rede oferece dois tipos de franquia: a home based, quando o franqueado vai até a casa do aluno, e a unidade física. “Quando se falava a palavra franquia, se pensava em investimentos de R$ 1 milhão. Nós acreditamos que com valor acessível, você pode entregar a um pequeno investidor uma marca, um treinamento, um conceito de negócios, pra diminuir a sua possibilidade de fracasso e dar a ele as condições mínimas pra ter sucesso”, diz Hipólito. Com a marca já consolidada no mercado, o franqueador quer chegar a 150 unidades franqueadas até o fim do ano. E agora, ele comemora o prêmio de melhor microfranquia do Brasil, recebido na décima edição do prêmio da “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”. “Eu acho que é um motivo de muita alegria verificar que uma empresa como a nossa possa gerar novas oportunidades de negócios para pequenos empreendedores e, além disso, gerar um serviço de qualidade pro nosso cliente final”, diz Hipólito. Franquia física Franqueado da rede há um ano, Maurício Sampaio abriu uma unidade física da microfranquia de reforço escolar na zona norte de São Paulo. Ele investiu R$ 50 mil entre a taxa de franquia, capital de giro e estrutura do espaço. A escola tem quatro salas de aula em que estão matriculados 50 alunos. “A gente não matricula nenhum aluno sem antes fazer um diagnóstico com a presença dos pais”, diz Maurício Sampaio. A unidade física, oferece dois tipos de serviços: aulas para grupos de até 4 pessoas e o atendimento individual, que representa 90% dos contratos. Um método importante adotado pela franquia é que durante as aulas de reforço, o material didático utilizado é o do próprio aluno. Assim evita sobrecarregá-lo com novas tarefas que não estejam em sintonia pedagógica com a escola que frequenta. A aluna Beatriz Chilotti tem aulas de reforço de matemática, uma forma de ela se preparar para o vestibular, com aulas individuais. “O professor vai pegando os pontos que você não conhece. Aí ele vai te explicar como resolver. Aí, da próxima vez que for resolver, você vai lembrar da explicação dele, então é essencial”, diz Beatriz. Cada aula tem duração de uma hora e o professor garante que o resultado é rápido. “Da segunda aula em diante, já se percebe que o aluno consegue se sobressair muito bem sozinho. O rendimento começa a ficar excelente”, diz o professor de matemática Élcio Gabriel Jimenez. O faturamento da unidade de Maurício é de R$ 14 mil por mês. “Nosso ponto de equilíbrio, de investimento foi logo no 3º mês. Então, é um grande negócio. Acho que está dentro da expectativa e a gente vêm crescendo bastante. Já crescemos aí em termo de 30, 40% desde o período de abertura”, diz o franqueado. Atendimento em casa A empresária Kelly Carrijo optou, há sete meses, pelo modelo home based. A franquia atende alunos em casa, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Ela investiu R$ 25 mil para estruturar o negócio e evitou despesas com o ponto comercial. “Isso te ajuda a equilibrar a conta logo no inicio, até você se organizar financeiramente, conseguir ter mais estrutura pra abrir uma unidade mais tranquila, com um fluxo de caixa mais tranquilo”, diz Kelly. A franqueada tem 17 professores cadastrados e 22 alunos. Uma delas é Ana Beatriz que faz aulas de química. O professor vai em casa, uma vez por semana e cada aula dura uma hora e meia e custa R$ 50. “O rendimento está maior, até a minha professora da escola já percebeu que eu estou mais antenada, estou mais presente”, diz a aluna. CONTATOS: MICROFRANQUIA ENSINO: TUTORES TUTORES Telefone: (19) 2512-1252 www.tutores.com.br Do PEGN TV

Empresa paulista fatura alto vendendo tintas recicladas

Empresa paulista fatura alto vendendo tintas recicladas 30/06/2013 07h15 Produto é feito a partir de sobras de outras tintas e itens vencidos. Tinta reciclada custa 60% menos que Uma pequena indústria de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, lucra com a produção de tintas recicladas. As tintas são ecológicas e fabricadas a partir de sobras de outras tintas e, também, de produtos vencidos ou sem especificações. A sobra de tinta nas cabines de pintura das indústrias é um problema e tanto para as empresas. O produto é poluente e não pode ser descartado de qualquer maneira. Cláudio Furusava transformou o problema em lucro. Ele saiu na frente ao abrir, em 1985, uma fábrica para reciclar e revender este material. Naquela época, o conceito de sustentabilidade ainda nem existia. Hoje é o filho, Cristian Furusava, quem dá continuidade ao negócio da família. “São materiais que são separados nas indústrias, processados pela nossa aqui e chegam ao consumidor com uma qualidade excelente, um preço muito abaixo do que é praticado no mercado e sem agressão ao meio ambiente”, diz Christian Furusava. Furusava analisa e define se os resíduos são recuperáveis. Até tinta com o prazo de validade vencido é usada no procedimento. O material é separado por cor, brilho, tempo de secagem e aderência. Depois é misturado, filtrado e, em pouco tempo, o que poderia contaminar o meio ambiente já está pronto para uso em novas pinturas. O processo de reciclagem mantém a maior parte das características originais da tinta. Além de ajudar na preservação ambiental, o consumidor final leva um produto de alta qualidade usado na indústria por um valor bem mais em conta. A tinta reciclada custa 60% menos que um produto convencional semelhante. “Você vai pintar uma cerca de fazenda com uma tinta que era para pintar um automóvel, então você tem a impermeabilização, a dureza a rápida secagem, totalmente preservada no nosso processo”, explica o empresário. A fábrica de Furusava produz cerca de 100 toneladas de tinta reciclada por mês, o que rende um faturamento entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. Plano de negócios Furusava contou com o apoio do Sebrae para definir as estratégias de ação da empresa através de um plano de negócios. É um documento formal que orienta empresários a lidar com os riscos do mercado e os concorrentes. O instrumento também define o público alvo e os objetivos do empreendedor. “Qual a razão de existência do meu negócio, porque que eu existo, para que eu existo, para quem que eu ofereço o produto, se é com qualidade, ou não, que a gente chama de missão.É uma visão de futuro em um prazo estabelecido, geral de 3, 4, 5 anos”, explica Luis Fernando Silva, do Sebrae de Guarulhos/SP. O indicado é que este tipo de planejamento seja feito no inicio do negócio. Ele é importante para o crescimento da empresa porque diminui riscos, estabelece metas e facilita a tomada de decisões do administrador. A partir do plano de negócios a empresa estabeleceu a meta de crescer 15% em 2013. “Depende primeiro da organização que se faz dentro da empresa, organização e controle das informações gerenciais e isso já envolve também a previsão de vendas, quanto de demanda eu vou ter para determinar o tipo de produtos de serviço. Se eu não tiver por base esses requisitos, que são básicos dentro de qualquer tipo de negócio, independente de setor, eu não consigo prever o que eu vou vender daqui a 2 anos, daqui a 3 anos e nem o que eu vou comprar também durante esse prazo ou num prazo mais curto”, explica Luis Fernando Silva. Os principais clientes da fábrica de tintas recicladas são empresas que usam grandes quantidades do produto e não precisam se preocupar com o acabamento. É o caso de uma fabricante de andaimes, escoras e formas para construção civil. NO ano passado, a filial de São Paulo alugou 17 mil toneladas de equipamentos para obras. Após o uso, os materiais são consertados e repintados. A empresa consome 300 litros de tinta por mês. A fábrica gasta cerca de R$ 40 mil por ano, só com a tinta reciclada. Se fosse usado um produto convencional, o valor seria maior que o dobro. CONTATOS SEBRAE Central de Relacionamento: 0800-570-0800 Site: www.sebrae.com.br ESTUB – ESTRUTURAS TUBULARES LTAD. Contato: Coordenador Operacional Wagner Vanique Av. Sargento Jaime Regalo Pereira, 652 – Cidade Jardim Guarulhos/SP – CEP: 07182-000 Telefone: (11) 2085-7878/ www.estub.com.br ALTERNATIVA TINTAS Contato: Empresário Christian Furusava Rua Sisa, 512 – Cumbica Guarulhos/SP – CEP: 07221-030 Telefone: (11) 2488-0509 / 2488-8382 www.vidanovatintas.com.br Do PEGN TV

Padarias investem em novo modelo e aumentam seus lucros

Padarias investem em novo modelo e aumentam seus lucros 30/06/2013 07h37 Mais do que produtos, padaria ganha dinheiro com serviço e fatura R$ 500 mil por mês. O empresário aposta em um crescimento de 25% neste ano. O tradicional balcão de pão se diversificou e vende vários produtos. A padaria ganhou um espaço de convivência, que ocupa metade da casa e virou referência para trocas de experiências dos clientes. “Venho aqui para encontrar amigos, se tiver que fazer alguma reunião, marcar algum encontro, eu costumo vir aqui e marcar um cafezinho”, diz a cliente Ieda Levy. No centro da capital paulista, uma padaria exibe tecnologia. Tem comandas eletrônicas, softwares de gestão, rede sem fio e monitores com notícias. Aqui, funcionários uniformizados são especialistas em fazer a vontade do cliente. “Queijo com tomate, se o cliente quiser queijo com salada, a gente faz, queijo com orégano, ao gosto do cliente”, contou a garçonete Vicensa Cardoso. Mais do que produtos, a padaria ganha dinheiro com serviço. Nesse local, por exemplo, um pão de 50 gramas custa R$0,50. Se pedir para passar manteiga nele, o preço sobe para R$1,80. Com um pedaço de queijo, vai a R$ 8,40! “Eu acho o modelo da padaria um modelo inspirador, se a gente for analisar, porque de algum momento para cá ela vendia commodity, pão e leite. Ela soube se renovar, soube se reinventar, entendendo as novas necessidades do consumidor. Hoje, o consumidor quer muito mais do que só esse produto. Ele quer toda a experiência, ele quer toda essa solução que uma padaria, até pela localização geográfica interessante dentro de um bairro, consegue atender”, disse o consultor de mercado Richard Vinic. Quem não se adapta fica para trás, garante o consultor. E o primeiro passo é conhecer bem o público. Nesta padaria, os clientes são de alto poder aquisitivo. “Conhecendo a característica do morador da região, aumentou e diversificou o mix de produtos. Nós podemos ver aqui uma adega, com vários rótulos e também diferentes produtos importados, das mais diferentes categorias. E esse é um exemplo de como eu consigo ampliar o meu mix, as minhas soluções, respeitando as características do morador da região”, afirma Vinic. O empresário André Luiz também se adaptou ao mercado. Sua padaria, na Zona Oeste de São Paulo, tem lanchonete, restaurante, pizzaria e minimercearia. E aquele que era o símbolo máximo da padaria, o pãozinho, hoje é o que menos dá lucro. “A gente fala que o pãozinho na padaria é o que menos realmente dá retorno, mas é um chamariz, porque todo mundo que entra na padaria para levar o pãozinho, toma café, leva uma margarina, um frio, isso que faz o lucro da padaria, porque se for depender do pãozinho, negativo”, disse o empresário André Luiz. A padaria está numa região com concorrência forte. É preciso ter bom preço em produtos básicos. Aqui, o pão francês sai a R$ 7,49 o quilo, e a torta de morango, R$ 12,90. Para reduzir custos, o empresário compra matéria-prima em quantidade, com prazo de até 120 dias. Assim, ele não usa capital de giro próprio - paga com o dinheiro da venda do produto. “Você tendo um bom relacionamento, uma fidelidade financeira com esse fornecedor, isso vai retornar em grandes benefícios, porque a gente consegue trabalhar com o dinheiro do fornecedor”, disse André Luiz. O empresário ganha na quantidade. São cinco mil itens espalhados pela casa: tortas suculentas, doces coloridos, pães diversos, sorvetes, bebidas, revistas, até brinquedos e guloseimas no caixa. O resultado é que cada cliente sai daqui com pelo menos três produtos na mão e gasta de R$ 18 a R$ 22 por compra. “Comprei o pão para o café matinal, um pão de escarola, um pão de queijo, um outro pão recheado de frios e um bolo. Enchi a cesta”, contou a cliente Aura Soares.Mas o empresário também sabe exatamente onde pode cobrar mais caro. De toda a padaria, a lanchonete é o setor de maior rentabilidade. A margem de lucro chega a 100%, e é fácil ver o porquê. Com quatro laranjas, por exexemplo, se faz um copo de suco, vendido a R$ 4 70. Com 50 gramas de farinha de trigo, sai uma esfiha, que custa R$ 4,20. E é um setor que vende o dia inteiro. Toda hora, tem gente consumindo. Para abastecer os balcões, a casa conta com um setor de produção que não para, funciona 24 horas por dia. Eles deixam a massa pré-pronta, o processo se torna rápido, e atende fácil demandas de última hora. Para montar uma padaria com toda essa estrutura, o empresário André calcula um investimento de pelo menos R$ 1 milhão, em equipamentos e reforma. Ele garante que o retorno compensa. Sua padaria vende mais de 20 mil pães e salgados para 1.500 pessoas por dia e fatura R$ 500 mil por mês. O empresário aposta em um crescimento de 25% neste ano. “Demanda tem. O segredo é fidelizar o cliente, fazer com que ele volte todo dia. Por isso é necessário ter estratégias, produtos de qualidade, atendimento de qualidade. Assim, você vai conseguir ter o cliente todo dia na padaria, porque a concorrência é grande também.” CONTATOS: PADARIA SANTA MARCELINA Contato: Empresário André Luiz Rua Paraguaçu, 251 – Perdizes São Paulo / SP - CEP: 05006-011 Telefone: (11) 99590-2146 www.stamarcelina.com.br Consultor de negócios : Richard Vinic Telefone assessoria: (11) 3662-7268 Da PEGN TV

Investir em máquina de toalhas de papel é boa opção de negócio

Investir em máquina de toalhas de papel é boa opção de negócio 30/06/2013 07h20 Empresa fatura cerca de R$ 900 mil por ano com produção de máquinas. Equipamento é capaz de produzir mais de 1 milhão Investir na produção de toalhas de papel para higiene pode se tornar um bom negócio. O empresário Monirdo de Souza abriu uma fábrica de máquinas em 1987 e atualmente fatura cerca de R$ 900 mil por ano. A máquina é capaz de produzir mais de um milhão de folhas de papel por dia. O empresário começou a trabalhar na garagem de casa e hoje tem uma fábrica em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. Cada máquina custa R$ 55 mil e a produção é de nove equipamentos por ano. O empresário também fabrica rebobinadeiras usadas para fazer papel higiênico. As máquinas são feitas por encomenda. O processo de fabricação leva 60 dias. O equipamento é indicado para quem quer trabalhar no setor de produtos descartáveis. As toalhas de papel são muito usadas para secar as mãos em empresas, restaurantes e em banheiros públicos. “A expectativa é de 20% de crescimento de vendas até o final do ano”, diz a empresária Adriana de Souza Melo, filha do fundador. A empreendedora Marcia Martho comprou 3 máquinas da empresa para fabricar papel toalha. A produção atual é de 1.100 pacotes por dia. O faturamento da empresa chega a R$ 200 mil por mês. O preço varia conforme a qualidade do material. Se o papel tiver uma qualidade inferior, considerado de segunda linha, o fardo com mil folhas sai por R$ 3. Já se for um papel mais nobre, o custo do fardo sobe para R$ 7. Como o produto é barato, a empresária ganha no volume. Um dos clientes da emprsária é o comerciante Paulo Gomes. Ele conta que compra 20 pacotes do papel por semana para o seu restaurante e gasta, em média, R$ 800 por mês. Contatos: MONICAR Contato: Empresário: Monirdo de Souza, Andréia de Souza Rua Ibiratai, 116, 137 - Jd. Maria Dirce Guarulhos/SP - CEP: 07173-390 Telefone: (11) 2431-1420 www.mcmonicar.com.br ISAPEL Contato: Empresário Márcio Marto, Márcia Marto Rua José Ferreira da Silva, nº. 130 - JD Marieta Osasco/ SP - CEP. 06293-100 Telefone: (11) 3599-6890 www.isapelpapeis.com.br PORSANI DISTRIBUIDORA Contato: Gerente Geral Rogério Barreto Avenida Maria Campos, 774 – Jardim Agu Osasco/SP – CEP: 06010-065 Telefone: (11) 3683-5731 / 3651-8966 www.porsani.com.br Do PEGN TV

Governo aprova preços mínimos para a safra 2013/2014 PDF

Governo aprova preços mínimos para a safra 2013/2014 PDF Escrito por CMN, ESTADÃO CONTEÚDO Dom, 30 de Junho de 2013 09:09 Segundo ministro Antônio Andrade, definição de valores procurou garantir renda aos produtores em relação às culturas fundamentais para abastecimento interno O Conselho Monetário Nacional (CMN) divulgou a relação dos preços mínimos para a safra 2013/2014 nesta sexta, dia 28, em Brasília. Houve reajustes em produtos como arroz, feijão, milho, mandioca e leite. De acordo com o ministro Antônio Andrade, “a definição dos valores para a safra que se inicia procurou garantir renda aos produtores em relação às culturas fundamentais para o abastecimento interno, como o arroz, o feijão e a mandioca”. No caso do arroz, houve aumento dos preços mínimos da saca de 60 kg do Tipo 1 entre 6,6 e 12,9%, e do Tipo 2, entre 12,7% e 12,9%. Já a saca de feijão de 60 kg dos Tipos 1 das variedades de feijão cores, preto e Caupi apresentaram elevações de 9,9% a 41,6%. A saca de 60 kg de milho também teve alta nos preços, variando entre 1,2% e 20,4% de aumento. Destaque para os valores no Mato Grosso, maior produtor de milho do país, e de Rondônia, que passaram de R$ 13,02 para R$ 13,56, alta de 4,1%. Já o valor do litro de leite teve altas de 9,8% a 11,3%. O maior aumento foi preço do produto no Nordeste, que saiu de R$ 0,62 para R$ 0,69.>>> Houve elevações ainda nos preços de farinha de mandioca (Fina T3; entre 35,1% e 37,8%), fécula de mandioca (Tipo 2; 36%), goma/polvilho de mandioca (Classificada; 37,6%), raiz de mandioca (21,8% a 35,3%), juta/malva (Tipo 2; 4,8% e 5,4%) e sorgo (Único; 4,1% a 18,4%). Alguns produtos, como o algodão e amendoim, não entraram na pauta do Conselho porque os valores ainda estão analisados. Manutenção de preço mínimo do arroz para RS e SC O governo decidiu manter o preço mínimo do arroz na safra 2013/2014 inalterado em R$ 25,80/saca de 50 kg para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No caso do Paraná e regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste (exceto Mato Grosso), o preço passou de R$ 30,96 para R$ 33 a saca de 60 kg. Para a região Nordeste e Mato Grosso o preço mínimo subiu de R$ 28,23/saca de 60 kg para R$ 31,86/saca. O secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, João Rabelo Jr., explicou que o objetivo do governo é incentivar o plantio nas demais regiões e diversificar a produção, que hoje está 70% concentrada no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, "o que deixa a cultura vulnerável às doenças e problemas com microclima". Preço mínimo do feijão sobe mais de 40% para incentivar plantio As preocupações com o impacto dos preços do feijão no índice inflacionário levaram o governo a promover altas expressivas no preço do grão, para incentivar o plantio na safra 2013/14 e regularizar o abastecimento. O preço mínimo do feijão preto foi reajustado em 41,6% para R$ 105/saca, enquanto as variedades cores tiveram aumento de 28,1% para R$ 95/saca. A correção do preço mínimo definida pelo CMN surpreendeu, pois com base nos custos de produção, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) havia proposto R$ 100 para o feijão preto e R$ 80 para o cores. O secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, João Rabelo Jr., explicou que a volatilidade de preços e problemas de manejo, além de competição com outras culturas, provocaram retração na área cultivada de feijão, "que tem sido resistente às políticas de controle da inflação". Ele afirmou que o "preço mínimo incentivador" e o aumento dos limites de crédito para cultivo irão incentivar o plantio tanto do feijão preto como cores. Vale lembrar que o novo preço mínimo do feijão irá vigorar de novembro de 2013 a outubro de 2014 nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e sul da Bahia. No caso das regiões Norte e Nordeste (exceto sul da Bahia), a vigência vai de janeiro de 2014 a dezembro de 2014. Construção de armazéns por cerealistas O Conselho ainda aprovou uma resolução que estabelece limite de R$ 1 bilhão para financiar a construção de armazéns por parte dos cerealistas. Os financiamentos fazem parte do Plano de Armazenagem, que prevê aplicação de R$ 5 bilhões ao ano nós próximos cinco anos para construir armazéns também por produtores e cooperativas. O atendimento aos cerealistas é um subprograma do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mudanças em normas de cooperativas de crédito O CMN ainda aprovou quatro mudanças nas normas sobre cooperativas de crédito. A primeira é a fixação do prazo de 90 dias, que pode ser prorrogável por mais 90 dias a critério do Banco Central (BC), para a formalização do pedido de aprovação de alguns atos de alterações estatutárias. Dentre eles, estão mudança nas condições de admissão de associados, ampliação de área de atuação, fusão, incorporação ou desmembramento, que podem ter de apresentar projeto ao BC previamente. O prazo já se aplica aos pleitos de constituição de cooperativas de crédito. A segunda é a limitação da exigência de publicação de declaração de propósito aos eleitos para cargos de administração em cooperativas de livre admissão. Os eleitos para as demais cooperativas estão dispensados da publicação. A terceira é a extensão, aos dirigentes de cooperativas de crédito, da possibilidade de participação no conselho de administração de instituições financeiras ou de entidades controladas pelas cooperativas, inclusive bancos cooperativos. Por fim, o CMN aprovou a obrigatoriedade de que a publicação das demonstrações financeiras das cooperativas de crédito seja feita a partir do décimo dia depois das assembleias gerais ordinárias.

Comitiva russa chega ao país para visitar frigoríficos

Comitiva russa chega ao país para visitar frigoríficos INSPEÇÃO 30/06/2013 | 10h03 A partir deste domingo, russos Desembarca neste domingo, 30 de junho, nova comitiva de inspetores da Rússia que ficará duas semanas no país visitando frigoríficos. Serão inspecionados 16 estabelecimentos, sendo dez de abate de bovinos, cinco de suínos e um de aves. Embora se trate de uma vistoria de rotina, a presença da missão russa sempre renova junto ao setor a expectativa quanto a possíveis desdobramentos para eliminar ou abrandar a restrição imposta aos embarques de unidades localizadas nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso, que completou dois anos em 15 de junho último. No caso do Paraná, em abril deste ano duas plantas foram habilitadas a vender carne de frango para a Rússia, mas continua a restrição às demais carnes. O Rio Grande do Sul teve uma planta de abate de cavalo habilitada neste mês, mas a preocupação maior é com a remoção das restrições aos abatedouros de suínos. Com relação à indústria de suínos – que comemora a retomada dos embarques para a Ucrânia, há expectativa de que novas plantas sejam habilitadas pelos russos, já que, atualmente, somente quatro frigoríficos estão autorizados a exportar duas plantas catarinenses, uma mineira e uma goiana. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA ficarão no Brasil duas semanas para visitar 16 estabelecimentos

SC acerta início de exportações de carne suína com Tóquio

SC acerta início de exportações de carne suína com Tóquio 30/06/2013 08h30 Muitos criadores de SC estão comemorando os negócios. Negociação com o país asiático durou 1 A reunião em Tóquio abre as portas para Santa Catarina do maior importador de suínos do mundo. O Japão compra 1,5 milhão de toneladas por ano, principalmente dos Estados Unidos e Canadá. Santa Catarina quer 10% deste mercado e se alcançar a meta, o estado que já é o maior exportador de carne suína do Brasil, vai aumentar as vendas para o exterior em 60%, uma ótima notícia para os 8,5 mil criadores do estado. "A gente prevê um aumento significativo das nossas exportações para o Japão e abertura de outros países em decorrência da liberação que o Japãoconcedeu a Santa Catarina", afirma o governador do estado, Raimundo Colombo. Santa Catarina levou 10 anos negociando com os japoneses para que eles abrissem uma exceção. Geralmente, o Japão compra carne suína de países e não de regiões específicas. Santa Catarina tornou-se um caso especial porque tem certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação emitido pela Organização Internacional de Saúde Animal. Oito frigoríficos de Santa Catarina estão autorizados a exportar, o que vai aumentar a participação do Brasil nas prateleiras dos supermercados japoneses. A Ucrânia, maior importadora da carne de porco brasileira, voltou a comprar de Santa Catarina, depois de três meses de embargo. Tudo isso pode ajudar a melhorar o preço, que caiu nos últimos meses. DO GLOBO RURAL

Produtores de eucalipto do Espírito Santo comemoram produção estável

Produtores de eucalipto do Espírito Santo comemoram produção estável Edição do dia 30/06/2013 30/06/2013 08h30 - Atualizado em 30/06/2013 08h30 Maior parte do produto vai para a indústria da celulose. Faturamento das fazendas brasileiras com a madeira cresceu. O eucalipto rende um bom dinheiro para o agricultor. A maior parte da produção é comprada pela indústria de papel e celulose. A fazenda do produtor Stanley Bianchini, em Aracruz, no norte do Espírito Santo, hoje é uma referência na região. São 300 hectares plantados. Ele está há mais de 30 anos na atividade, mas a produção foi acelerada apenas em 2004, quando Stanley fechou contrato com uma indústria de celulose. A cada seis anos, ele recebe R$16 mil por hectare de eucalipto cortado. "A empresa ela mantém um preço. Nem que seja um ano muito ruim pra ela, ela não baixa o preço. Ela vai manter aquele preço. Em um mercado... esse tal mercado paralelo, é a demanda e a oferta", conta Santely. Além de fornecer para a indústria, a propriedade também vende eucalipto para outros fins. "As fabriquetas de caixinha para mamão, para tomate... Mas principalmente as indústrias que imunizam a madeira", completa. O eucalipto, hoje, é uma cultura de importância econômica principalmente em cinco estados brasileiros: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e o Espírito Santo. Em uma área de 22 hectares de área plantada, o equivalente a 20 campos de futebol, o eucalipto foi cortado e levado para a indústria. Mas do outro lado, que contém plantas na fase adulta, como o ciclo de produção é de seis anos, e as plantas estão com essa idade, logo vão estar prontas para o corte. A propriedade é do agricultor Hélio Sischini e fica no município de Linhares. Toda madeira que sai dali é destinada à celulose. A plantação é custeada pela indústria. "Você tem todo um suporte de assistência agronômica dela, ela tem muda de um excelente material genético... E ela te dá alguns incentivos que te ajudam e diminuem um pouco o seu custo de produção. E, no caso, você tem uma produtividade maior do que se você for comprar uma muda no mercado", finaliza Hélio. Segundo o IBGE, o faturamento das fazendas brasileiras com a madeira das florestas plantadas cresceu em média 20% ao ano de 2010 pra cá. DO GLOBO RURAL

Bomba de água de fácil execução promete ajudar o produtor rural

Bomba de água de fácil execução promete ajudar o produtor rural 30/06/2013 08h29 Peças podem ser compradas em loja de material de construção. Bomba é capaz de jogar água a vários metros Carneiro hidráulico é o nome dado a uma bomba d´água muito útil para o produtor rural. Ela não usa gasolina, energia elétrica, diesel e pode ser montada artesanalmente. O barulho parece a batida de um coração. Mas este é o som de uma bomba d´água. Em Santa Catarina, no município de Frei Rogério, a cerca de 300 Km de Florianópolis, durante muito tempo, seu Gerson viu a água do açude parada enquanto os animais dividiam a água do poço usada pela família. Hoje, enquanto o açude fica na parte de cima da propriedade, Gerson desce o morro junto com o técnico da Epagri, Élcio Pedrão, pra mostrar a bomba que os dois instalaram. Ela é chamada de carneiro hidráulico. "Chama carneiro hidráulico porque na Idade Média, os soldados, para derrubar os portões das fortalezas, eles utilizavam uma tora de madeira com uma cabeça de metal ou de madeira mesmo, no formato de um carneiro. E esse golpe é o mesmo que o animal carneiro dá quando ele bate em alguma coisa", explica Élcio. O carneiro hidráulico funciona assim: A água desce do reservatório por uma tubulação grossa. Entra no carneiro e aciona a peça martelo, que dá um golpe que fecha a passagem da água. Parte dela vaza pra natureza, outra parte é forçada de volta e encontra a pressão da água que chega do reservatório. Resta apenas uma saída, subir para a câmara cheia de ar. Mas chega um momento em que o ar comprimido ali dentro pressiona a água, que sai por uma tubulação mais estreita e é lançada para um ponto mais distante e mais alto. “Basicamente precisa de no mínimo um metro de desnível. Teoricamente pra cada um metro de desnível da área de captação até o carneiro ela impulsiona a dez metros de altura”, conta o técnico. Gerson ficou satisfeito com o resultado. “Essa bomba no caso bombeia por 13,5 h vai bombear 5 mil litros pro reservatório e 19 mil litros que faz ela funcionar segue o curso normal pra natureza...”, afirma ele. Segundo Élcio, a capacidade é de bombear 378 litros por hora. A água vai cair no tanque e abastecer o cocho dos animais, o sistema de irrigação da horta e até a mangueira pra regar o jardim. Segundo Élcio, levar a água de um ponto a outro é um problema comum nas propriedades. “Quase toda propriedade tem um açude mas eles subutilizam essa açude. Eles acabam usando trator, combustível fóssil ou energia elétrica. E com esse carneiro, eles podem usar a água da propriedade sem custo nenhum”. Além do seu Gerson , outros 25 produtores rurais também instalaram o carneiro hidráulico. É um equipamento muito simples feito apenas com peças compradas em loja de material de construção. Entre as peças existe também uma curiosa. É uma mola de guarda-chuva, daqueles automáticos que abrem apertando um botão. É o coração do carneiro, sem ela o carneiro não funciona. “Esta mola é o coração do carneiro. Sem esta mola o carneiro não funciona. Ajunção dela é simplesmente fazer com que a vávula de sucção feche, interropendo a passagem da água. Fazendo que ocorra aquele golpe", explica Élcio. Ele explica do que depende a escolha da mola: “D istância...quanto mais longe e quanto mais desnível, mais dura tem que ser a mola. Se for até 2 metros de desnível a mola de guarda chuva funciona perfeitamente. Para começar a montagem, Élcio rosqueia um parafuso 5x16, em uma válvula de sucção de uma polegada. Aperta as porcas e encaixa a mola. Com a válvula pronta ele vai montando as outras partes. Todas as peças tem que ser unidas com a fita veda rosca. Veja no vídeo como montar o carneiro hidráulico. Clique aqui e confira a lista de materiais e o passo-a-passo para montagem do carneiro hidráulico. O carneiro montado pelo Élcio vai hoje pra outra propriedade. A instalação é no sítio do seu Sérgio Rosa. O cano que vai captar a água já está com vários furos e é protegido por uma rede pra evitar entupimento. Élcio estica o cano até um ponto mais baixo pra instalar o carneiro e o serviço fica pronto em menos de uma hora. Ele aproveita pra mostrar mais uma adaptação que criou: um cano para dar a pressão interna dentro do cano, que substitui a garrafa pet. Ele é melhor que garrafa pet porque ela crima um limo na luminosidade do sol e o cano, por ser opaco não faz a formção e a água sai com uma boa qualidade. Um ajuste no parafuso e começa a funcionar. Sérgio, que duvidava da eficiência pela simplicidade do equipamento, já vislumbra os benefícios. “Vai ser bom pra levar água pro gado. O gado vai ter que vir, descer no atoladouro e é mais fácil da criação num conseguir sair do lugar. Nós levamos pra onde nós quisermos essa água aqui agora”, diz ele. Para o Gérson, que trabalha com agroecologia, o barulho da bomba, além de ser bom pra propriedade, faz bem até pra alma. “Eu fico meditando aqui. Só o barulhinho da água faz muito bem pra gente”, finaliza. O preço de um carneiro hidráulico industrial de metal, dependendo do tamanho, varia de R$600 a R$1800. Já este artesanal, sai por R$170.

Integração da lavoura com a pecuária

Integração da lavoura com a pecuária beneficia produtores brasileiros 30/06/2013 08h30 Tecnologia foi desenvolvida pelos técnicos da Embrapa. Rotação das culturas de verão com O sul do Maranhão é a maior região produtora de soja e milho do estado. Ali a integração lavoura pecuária está sendo testada há nove anos. A tecnologia foi desenvolvida pelos técnicos da Embrapa para recuperar as pastagens degradadas do cerrado e diversificar a produção. A fazenda Santa Luzia no município de São Raimundo das Mangabeiras foi uma das primeiras a adotar essa técnica em grande escala no cerrado do Maranhão. A primeira vista não tem nada de novo por ali. Mas se reparar bem, vai ver que o milho foi cultivado em consórcio com a braquiária rusisiensis, capim mais usado na região para a engorda de bois. As duas plantas foram semeados ao mesmo tempo com a máquina de plantio direto. Isso tem duas vantagens iniciais: intensifica o uso da terra e economiza insumo, porque as duas culturas são beneficiadas pela mesma correção e adubação. No início as duas plantas tem desenvolvimento parecido. Mas, com o passar do tempo o milho toma conta da área e o capim fica em segundo plano. O dono da fazenda Osvaldo Massao está entusiasmado com os resultados. A fazenda Santa Luzia já está completando agora o sexto ano com integração lavoura pecuária. Entre os benefícios principais estão o aumento da produtividade. O engenheiro agrônomo Adelmo Gomes, administrador da fazenda, diz que no início ele achava que o capim poderia competir com o milho. Mas na prática isso não tem acontecido. A rotação das culturas de verão com a braquiária não obedece uma regra fixa. Cada região adota um método de acordo com as condições de clima e solo. A fazenda Santa Luzia faz integração lavoura pecuária em cinco mil hectares divididos em cinco partes iguais: Na safra de verão a soja ocupa os talhões: 1 - 2 - 3 e 4 e o último é reservado para o consórcio milho e capim. Após a colheita do milho, o capim é usado como pasto para a engorda de bois na entre safra das lavouras que vai de junho a outubro. Na safra seguinte o consórcio milho e capim passa a ocupar o talhão número- 1 - e a soja ocupa os outros espaços. Seguindo esse rodízio, no prazo de cinco anos toda a área é beneficiada pela rotação das culturas. "Esse sistema revolucionou a fazenda. Atens a gente ficava muito tempo parado na entre safra, a gente dava férias coletivas e agora na entre safra a gente tem uma situação onde estamos engordando os bois na braquiária", comenta Adelmo. A fazenda compra boi magro com média de doze arrobas e vende os animais quatro meses depois com dezoito arrobas. Outro detalhe está que o pasto e a lavoura conseguem resistir melhor à seca graças a palha das culturas que mantém a umidade e protege o solo. O trabalho da fazenda Santa Luzia é acompanhado de perto pelo doutor Marcos Teixeira, pesquisador da Embrapa Meio Norte com sede em Terezina, no Piauí. "Até então, como a fazenda aqui era só produtora de grãos, ela tinha uma oferta de alimento por hectare de três toneladas de grão. E já conseguimos essa mesma área produzir 55% a mais", afirma Marcos. O engenheiro agrônomo João K, da Embrapa, um dos maiores especialistas nessa técnica mostra os benefícios das raízes da braquiária no perfil do solo. "Todo o olume de raiz é capaz de modificar todas as propriedades do solo. Ou seja, melhora a matéria orgânica do perfil, melhora as propriedades físicas do solo, á agua penetra melhor, armazena mais água e melhora as propriedades químicas, porque ela estando em profundidade ela recicla os nutrientes e coloca de novo na superfície", explica. Essa técnica também pode ser muito útil para manejar solos arenosos como os do município de Rancharia na região oeste de São Paulo. Ao lado na fazenda Ybiete Porã o engenheiro agrônomo Edinaldo Mathias está vencendo a guerra contra a erosão: a ferramenta usada por ele é o sistema de integração lavoura e pecuária. Ele dividiu a área de 500 hectares em duas partes iguais. Metade é formada com braquiária usada na engorda de bois da raça nelore e a outra metade, é usada no cultivo de soja e milho. Depois de dois anos ele inverte a situação. Planta capim no lugar da soja e soja no lugar do capim. O doutor João K ficou impressionado com a qualidade da pastagem reformada só com a adubação feita para a soja, cultivada em uma área no ano passado. "Nesse caso aqui a gente pode dizer que a pecuária é subsidiada pela lavoura. O custo da pecuária é a semente e os tratamentos que o bovino recebe como vacina, vermífugos, como em qualquer propriedade. Se agente sai falando por aí que um boi aqui vai ustar entre R$30 e R$40 arroba, as pessoas acham que é brincadeira. Porém imagine colocar 20 arrobas em um boi? Em dois anos, utilizando só sal mineral no cocho, e isso passando doze meses... Isso é inacreditável", afirma. Além do custo de formação da pastagem ser muito baixo a produtividade da área é três vezes a média da região. Enquanto o pessoal da vizinhança coloca uma cabeça de boi por hectare aqui eles colocam três. Depois de treze anos de trabalho Edinaldo conseguiu comprar novas áreas e dobrou o tamanho da fazenda. Além disso, fez vários investimentos em máquinas e infraestrura. Pelos cálculos dos pesquisadores da Embrapa o Brasil tem hoje cerca de 100 milhões de hectares de pastagens degradadas ou em estágio de degradação. Toda essa imensa área poderia ser recuperada com a técnica da integração. Hoje já existe financiamento para recuperar áreas degradadas com a técnica da integração lavoura pecuária. O programa ABC agricultura de baixo carbono, do Governo Federal e o Integra São Paulo, da Secretaria de Agricultura do Estado. Nos dois casos, o agricultor tem que apresentar um projeto para solicitar o crédito. DO GLOBO RURAL

sábado, 29 de junho de 2013

A classe política, até então deitada em berço esplêndido, está...

A classe política, até então deitada em berço esplêndido, está... FAUSTO BRITES 30/06/2013 00h00 A classe política, até então deitada em berço esplêndido, está ouvindo o brado retumbante de um povo, espoliado há muito tempo, porém heroico. E pelas manifestações nas ruas, entendeu que o cidadão não foge à luta. Os mandatários do poder público, acuados, veem a população conquistar as mudanças com o braço forte da união. Aqueles que apostavam na continuidade de tantas diferenças, veem que a pátria é a mãe gentil do homem, da mulher e da criança e que estão vendo o sol de uma nova realidade brilhar neste instante

Rodada gera expectativa de R$ 85,5 milhões

Rodada gera expectativa de R$ 85,5 milhões DA REDAÇÃO 30/06/2013 00h00 A 9ª Rodada de Negócios Multissetorial de Três Lagoas , que aconteceu na semana passada, gerou expectativa de movimentar R$ 85,5 milhões para as 106 micro e pequenas empresas participantes, com relação ao fechamento de contratos futuros para oferta de produtos e prestação de serviços às grandes companhias participantes: Petrobras (Unidades Termoelétrica e de Fertilizantes), Cargil, Mabel, International Paper, Eldorado e Sitrel. Josi Signori, gerente do Sebrae em Mato Grosso do Sul, destaca a participação de empresas de outros estados, como SP, SC, RJ, MG e BA; além da Capital, cidades interior do Estado e da própria Três Lagoas. “Movimentam a economia, pois de alguma maneira acabam realizando negócios com empreendedores locais e muitas decidem instalar uma unidade na região”. Ela afirma que além das agendas oficiais, um ponto forte da Rodada é a possibilidade da troca de contatos e negociações entre os proprietários de pequenos negócios durante os intervalos de cada reunião. Fonte: Sebrae MS

Ipea indica crescimento moderado da economia

Ipea indica crescimento moderado da economia AGÊNCIA BRASIL 30/06/2013 00h00 A elevação da taxa de juros pelo Banco Central reflete a preocupação da autoridade monetária com a necessidade de reverter as expectativas inflacionárias e de recolocar a taxa da inflação em níveis mais próximos ao centro da meta. A avaliação foi feita pelo economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Fernando José da Silva Paiva Ribeiro, ao comentar para a Agência Brasil, a Carta de Conjuntura de junho de 2013. O documento indica crescimento moderado da economia. O documento segundo Fernando Ribeiro, mostra que a economia está em processo de recuperação do crescimento, mas é uma recuperação em ritmo bastante moderado, inferior ao desejado. “Não tem tendência tão firme e sustentada de expansão, mas está em expansão. Em grande parte pela recuperação da produção industrial. Os investimentos também estão em crescimento, mas consumo das famílias perdeu um pouco o fôlego, tem crescimento mais devagar do que vinha ocorrendo”, disse. Sua análise mostra um cenário de indefinição. “A inflação tem se mantido persistentemente acima da meta já há bastante tempo, com pressões difíceis de reverter. E tem ainda o déficit externo crescente. A nossa balança comercial está piorando. Nós temos déficit em serviços e isso faz com que a gente tenha uma piora das contas externas, que não apresenta nenhum risco de curto prazo, mas acaba sendo um elemento que tem efeito negativo sobre a atividade econômica”, analisou.

Hypermarcas contrata reserva de linha de crédito de até R$750 milhões

Hypermarcas contrata reserva de linha de crédito de até R$750 milhões A primeira delas, de até 400 milhões de reais tem prazo total de cinco anos, enquanto a segunda, de até 350 milhões terá vencimento em quatro anos29/06/2013 - 19h30 MercadoO Conselho de Administração da Hypermarcas aprovou a contratação de reserva de linha de crédito de até 750 milhões de reais com o banco Bradesco, de acordo com ata de reunião. O montante estará disponível até 30 de novembro de 2015, ao custo de 110 por cento da taxa CDI, e poderá ser utilizado em duas tranches, segundo o documento. A primeira delas, de até 400 milhões de reais tem prazo total de cinco anos, enquanto a segunda, de até 350 milhões terá vencimento em quatro anos. . Fonte: G1 Keywords: linha de crédito, hypermarcas

Prefeitura de Nova Maringá abre processo seletivo para 39 vagas com salário de até R$ 8.427

Prefeitura de Nova Maringá abre processo seletivo para 39 vagas com salário de até R$ 8.427 No total serão 39 vagas para áreas gerais e até médico.29/06/2013 - 22h51 Mato GrossoA Prefeitura de Nova Maringá, a 392 quilômetros de Cuiabá, abriu inscrições para o processo seletivo simplificado para preenchimento de 39 vagas em cargos de nível alfabetizado, fundamental e superior. Os salários variam de R$ 678 até R$ 8.427. A taxa de inscrição é gratuita No site é possível ver o edital do processo seletivo e demais especificações sobre a seleção. De acordo com o edital publicado as vagas são para zeladora, auxiliar de serviços gerais, monitor de creche, merendeira, auxiliar de consultório dentário, vigia, coletor de lixo, enfermeiro, psicólogo, engenheiro civil e médico clínico geral. As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de julho, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, no departamento de recursos humanos da Prefeitura Municipal da cidade. . As provas escritas estão previstas para o dia 28 de julho. Mais informações (66) 3517- 1120. . Fonte: G1 Keywords: concurso público, vagas, mato grosso, cuiabá, prefeitura de nova maringá

30/06/2013 - 01h11

30/06/2013 - 01h11 Reforma política Plebiscito poderá custar cerca de R$ 500 milhões aos cofres públicos A avaliação é de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A consulta popular sobre a reforma política poderá custar cerca de R$ 500 milhões aos cofres públicos, caso a convocação ocorra ainda este ano. A previsão leva em conta números atualizados das últimas eleições municipais, realizadas em 2012, que custaram R$ 395 milhões, uma média de R$ 2,81 por eleitor. A avaliação é de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo esses técnicos, o valor por eleitor, que vem caindo nos últimos anos, pode aumentar devido à urgência no planejamento. Geralmente, o TSE começa a preparar as eleições seguintes assim que um pleito é encerrado. Com mais de um ano de antecedência, o tribunal já está lançando o termo de referência para contratações necessárias às eleições de 2014. A consulta popular também poderá ficar mais cara devido ao aumento do eleitorado e à necessidade de reforçar a segurança nos locais de votação, resultado dos protestos recentes que tomaram o país. Em 2012, os gastos com a Força Nacional somaram R$ 24 milhões. Outro custo que deve ser considerado é a campanha de esclarecimento à população. Como o assunto é complexo, especialistas já alertaram que os temas devem ser amplamente divulgados antes de entrar em votação. No ano passado, a produção da campanha Voto Limpo para veiculação gratuita em rádio e em televisão custou R$ 2,8 milhões ao TSE. Uma vez definido o modelo de consulta, a empresa responsável pela publicidade precisa de pelo menos 30 dias para preparar o material. Nesta semana, a presidenta Dilma Rousseff entrou em contato com a presidenta do TSE, Cármen Lúcia, para tratar do planejamento e logística para realização da consulta pública. Até a última sexta-feira (28), o TSE não havia, oficialmente, divulgado informações sobre o assunto. A reforma política só poderá ser aplicada nas eleições de 2014 se for aprovada até o início de outubro. Segundo interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças no sistema eleitoral devem esperar um ano para entrar em vigor. Foi isso que ocorreu com a Lei da Ficha Limpa, aprovada em meados de 2010 e invalidada para as eleições daquele ano. O Executivo sugeriu como possíveis datas os feriados de 7 de Setembro ou 15 de novembro, mas ainda há a opção de realizar a consulta com as eleições presidenciais do ano que vem, reduzindo custos. Em 2010, os acrianos votaram em referendo sobre o fuso horário local no segundo turno das eleições daquele ano. A última consulta nacional, realizada em 2005, foi o referendo do desarmamento, e custou R$ 252 milhões. No Pará, o plebiscito sobre a divisão do estado, realizado em 2011 com a população local, custou R$ 19 milhões. . Fonte: Agência Brasil Keywords: consulta, eleições, reforma política, plebiscito

Brasil desenvolve tecnologia inédita com fibra de carbono

Brasil desenvolve tecnologia inédita com fibra de carbono Pesquisa usa piche de petróleo para criar 29/06/2013 - 19:12 - Brasil O Brasil desenvolveu uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto às comercializadas no mercado internacional. A pesquisa foi desenvolvida pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobras, e usa o piche de petróleo para a criação do material. Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência. A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos EUA, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço de comercialização variando entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes. De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o uso em larga escala. “Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explicou o major ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os carros com peças de aço. Taschetto explicou ainda que, para o Exército, a nova tecnologia também é muito útil na fabricação de materiais mais leves para os soldados, “desde equipamentos individuais como capacete, armamento leve, como pistola e fuzil, até armamento pesado, como metralhadora, morteiro, além de peças para viaturas mais leves”. A produção em escala industrial do material ainda está em estudo na Petrobas. O produto produzido em escala semi-industrial será apresentado no Congresso Mundial de Pesquisadores da Área de Carbono (Carbon 2013), entre os dias 15 e 19 de julho, no Rio de Janeiro e pela primeira vez na América do Sul. As fibras de carbono estão presentes em vários produtos como nas bicicletas, nos celulares e laptops. Fonte: Agência Brasil

Selgron fecha parceria com a italiana TMG Impianti

Selgron fecha parceria com a italiana TMG Impianti Acordo Deise Furtado deise@noticenter.com.br Meta é disponibilizar a mais m A Selgron, com sede em Blumenau, firmou acordo internacional de cooperação técnica e comercial com a italiana TMG Impianti, líder mundial em paletização. Com isso, a catarinense torna-se a única empresa brasileira a oferecer solução completa em Classificação, Seleção, Empacotamento, Agrupamento e Paletização, atendendo a diversos setores, como o agronegócio e o industrial. Criada em 1976, a TMG Impianti tem clientes como Campari, Bacardi, Coca-Cola, Pepsi, Danone, Nestlé, Heineken, Heinz, Alimentos Polar, Procter and Gamble, Petrobrás, Monsanto, Shell, Univeler, entre outros. Atende os segmentos de vinhos, bebidas, alimentos e químicos. Já a Selgron, criada há 22 anos, é especializada no segmento do agronegócio. “As duas empresas apresentam sinergia em diversas áreas e estamos seguros que esta parceria proporcionará crescimento nas vendas para ambas, no Brasil e América Latina”, comenta Rodrigo Bortolini, diretor da Selgron. Ele conta que, em 2003, iniciaram uma parceria técnico-comercial com a japonesa Satake, que permitiu a comercialização, pesquisas e o aperfeiçoamento de sistemas de seleção ótica e sua aplicabilidade para as agroindústrias. “Produzimos em Blumenau máquinas com a marca Satake que são exportadas para diversos países”, explica. A ideia, segundo o empresário, era encontrar a mesma química com outra empresa. “Buscamos proporcionar à indústria nacional o acesso à tecnologia mais moderna disponível hoje no mercado”, ressalta. Rodrigo enfatiza que a parceria já trouxe a área comercial e de desenvolvimento da TMG para dentro da Selgron. “Temos um aporte de tecnologia que será benéfico aos profissionais da nossa empresa. Isso afetará ainda a economia catarinenses porque, como parte da consolidação da indústria brasileira de Classificação, Seleção, Empacotamento, Agrupamento e Paletização, teremos um forte impulso em vendas, expandindo nossa capacidade de produção e, esperamos, contratando mais profissionais”, comenta. Consolidação no mercado A parceria inclui a transferência de tecnologia da Itália para a companhia brasileira, que fará a produção no país. Entre os produtos que serão comercializados estão os sistemas de movimentação e paletização de produtos, adequando-as às necessidades dos clientes. A linha compreende paletizadoras universais, manipuladores cartezianos e robos, todos com qualidade comprovada e testada no exigente mercado europeu. A paletização é o sistema de organização automático dos fardos ou caixas em paletes dentro da indústria. A vantagem do sistema, de acordo com Rodrigo, é fazer este processo de forma automática, propiciando um trabalho contínuo, sem paradas e oferecendo maior facilidade e segurança na movimentação de cargas. Ele conta que, desse modo aumentarão a segurança dos operadores, eliminando a possibilidade de doenças ocupacionais e reduzindo possíveis danos causados aos produtos. O acordo prevê as vendas para o Brasil e para América Latina, região já amplamente conhecida da Selgron. “Fornecemos para as principais indústrias de diversos países da América Latina e no Brasil, somos líderes em selecionamento para o mercado de arroz e castanha e temos forte presença no segmento de café”, explica Bortolini. Para o executivo, este é o mais importante acordo da história recente da empresa. “É um marco para a consolidação, não apenas da Selgron, mas como da indústria brasileira de Classificação, Seleção, Empacotamento e Agrupamento, pois ao expandir nossa atuação para paletização, proporcionamos solução completa ao mercado e construímos as bases para um forte crescimento nesta década”, antecipa.

29 de junho de 2013

29 de junho de 2013 Sojicultor do PR ganha prêmio de produtividade Concurso promovido pelo Cesb envolveu pro A produtividade média da soja no Estado cresceu de 2.990 kg/ha na safra 2007/08 para 3.378 kg/ha na safra 2012/13 Com uma produtividade de 110,55 sacas por hectare, o produtor paranaense Hans Jan Groenwold, da região de Castro (Campos Gerais), foi o grande campeão nacional em produtividade de soja no concurso Desafio de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). O anúncio do vencedor foi feito na noite da última quinta-feira em Cascavel, durante o IV Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. O evento contou com a presença de mais de 550 produtores, técnicos e pessoas relacionadas ao agronegócio. Além do produtor, o engenheiro agrônomo Lucas Simão Hubert, que presta serviços para a propriedade de Groenwold, ganhou como prêmio uma viagem técnica entre os dias 3 e 11 de agosto aos Estados Unidos, onde visitarão culturas de soja de alta produtividade, centros de pesquisas e universidades. Em nota enviada à imprensa, o presidente do Cesb, Orlando Martins, afirmou que os resultados obtidos atestam a eficiência da produção da oleaginosa no Brasil, cuja média é de 50 sacas por hectare. Segundo ele, o fórum nacional faz parte da missão de discutir e apresentar temas relevantes para o desenvolvimento da soja no País, além de disseminar técnicas e métodos bem-sucedidos e ainda, acrescenta ele, reconhecer os esforços dos campeões. O Cesb é composto por 16 membros e oito entidades patrocinadoras: Syngenta, Basf, Pioneer, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem e Instituto Phytus. Eficiência Francisco Simioni, diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), afirma que a produtividade das lavouras de soja no Paraná tem crescido de forma constante nos últimos anos. Segundo ele, na safra 2007/08, por exemplo, a produtividade do Estado era de 2.990 quilos por hectare. No ciclo 2012/13, essa média passou para 3.378 quilos por hectare. Simioni justifica que essa elevação se deve à inserção de novas tecnologias no campo e à aplicação das boas práticas de produção. Ele acrescenta que o uso de materiais com alto potencial tecnológico mostra os resultados no campo. “A pesquisa e a assistência técnica têm feito com que a produtividade alcançe as expectativas de crescimento”, salienta Simioni. Além disso, o especialista enfatiza que o uso de adubos e fertilizantes mais eficientes também tem ajudado nessa conquista. Com isso, o técnico observa que esses investimentos têm sido revertidos em retorno financeiro aos agricultores. Simioni também lembra que os investimentos em novas tecnologias só acontecem porque a remuneração do grão ao produtor tem aumentado. Só para se ter uma ideia, há dez anos, o valor médio recebido ao produtor pela saca de soja era de R$ 26, segundo dados do Deral. A média deste mês, até o momento, está em torno de R$ 58,69. Porém, a margem de lucro pode variar devido à oscilação dos custos de produção. “Os preços pagos aos produtores têm melhorado principalmente nas últimas duas safras”, completa Simioni. O motivo, segundo análises de especialistas do setor, se deve aos baixos estoques internacionais e também à quebra de safra no ciclo 2011/12, que afetou a produção em todo o País. De acordo com o último levantamento do Deral, o Paraná produziu no ciclo 2012/13 mais de 15,78 milhões de toneladas de soja, volume 46% superior ao registrado na safra anterior. O crescimento no volume, explicam os especialistas do Deral, se deve à estiagem, que prejudicou a produção do Estado na safra passada. Em área, o Paraná destinou para o último ciclo 4,67 milhões de hectares, número 6% maior se comparado ao período anterior. dutores da oleaginosa de todo o País; objetivo é fomentar a eficiência do setor Ricardo Maia Reportagem Local